quarta-feira, 29 de junho de 2011


Chuva na vidraça

Através da vidraça da janela
Olho para o infinito,
Chuva, trovões, e relâmpagos.
Chuva caindo no telhado,no chão,
E sobre as árvores,
Parece uma cortina,
E o vento levando, de um lado para o outro
E um barulho tão grande!
Querendo me entristecer.
Novamente olho o infinito.
Ouço uma música
Em algum lugar do passado.
Então entro no passado
Ando na chuva descalça
Não tenho medo dos trovões
Nem dos relâmpagos,
Nem do vento.
Molho os pés na água que lava o chão
Ergo o rosto para o céu
E deixo a chuva cair
Escorrem como se fosse lágrimas
Molho roupas, e cabelos.
Lavo ate a minha alma.
Mas não consigo lavar esta minha solidão
Não consigo contar as gotas que caem no chão
E também não sei dizer, porque tanta solidão.
Terezinha c werson
-
/25/2/94 SANTOS S/P

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Gosto de escrever poesias prefiro escrever do que falar gosto de ler,nao tenho autor preferido, o importante é que seja um bom livro. escrever é uma maneira de mostrar o que nos vai na alma.

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