quinta-feira, 22 de janeiro de 2009


Cortina azul

Cortina azul
Quase branca,
Bem transparente.
Um leve vento
Bate bem devagar...
E a cortina
Num bailado silencioso
Vai de um lado para outro.

E através da cortina
Olho o meu jardim florido
Um leve perfume, invade a casa
E a cortina azul transparente
Continua o seu bailado
Ao leve toque do vento.

Coloco uma musica bem... Suave
Para maior beleza,
E continuo a contemplar
A beleza do jardim.
Para o céu elevo os olhos,
E para lá eu me transporto.

E através da cortina
Fico a contemplar,
A aquele jardim florido
E o imenso céu azul,
Beleza maior não existe.
O vento bate mais forte
E a cortina se abre
Para a imensidão.

Autora: Terezinha C Werson--2007

Entre galhos

Por entre os galhos
Eu vejo,
Vários, casebres.
Cobertura céu azul
Tapete o mar esmeralda
Galhos quase secos
Mas, ainda resta
Algumas folhas
E flores.

A noite vai chegando.
Por entre galhos, eu vejo
O sol quase se escondendo
E um barquinho solitário
Vai chegando devagar,
Na solidão do lugar
Um barquinho solitário...
Mais solitário do que eu...

AUTORA:TEREZINHA C WERSON--SANTOS--15/4/2007

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009


Estou aqui
não porque deva estar,
nem porque me sinto cativo
nesta situação, mas porque
prefiro estar contigo,
a estar em qualquer
outro lugar no mundo..."

((Richard Bach
))

domingo, 18 de janeiro de 2009


Montanhas distantes...

Quando criança,
Eu ficava a olhar as montanhas
Que ficavam em frente a minha casa.
Minha imaginação de criança tentava
Saber o que havia por trás de tanta beleza.

Aos, meus pensamentos,
Eu dava asas,
E, lá iam eles entrando na aurora,
Descortinando a imensidão...
E assim, eu ia transpondo,
Uma, a uma, as montanhas da minha vida.

Por entre os galhos secos vi o sol
Vi borboletas, e flores, tocar, lá... No céu.
Vi a lua refletida nas águas escuras da noite,
E a arvore fazendo sombra na imagem daquela lua.
Vi a beleza do mar
Vi rios, e cachoeiras, indo pro mesmo lugar.
Vi uma longa... Estrada, onde eu tinha que andar.

Vi Jesus tão solitário,
Olhando a humanidade, que ele morreu pra salvar.
E eu sentei-me ao seu lado
Pedindo-lhe proteção.
Vi o mundo dividido, vi o pobre vi o rico,
Também vi o egoísmo, a divisão do pão, eu não vi.

E assim eu fui voando, na minha imaginação.
Já transpus quase todas as montanhas da minha vida,
Muitas escadas subi, e falo com Deus, todos os dias
Para que nesta subida, eu não caia
E na minha grande solidão vejo Deus...

Parei, para uma oração,
Vi que as montanhas são como a vida
Passamos à vida,
Atravessando montanhas rios e desertos...
É como longas... Estradas escuras
Mais atrás de cada montanha existe uma beleza imensa!

Sol, e uma imensidão...
Existe uma grande luz
E um Deus que nos ouve
É só orar, e falar com ele.
E, a mais árdua montanha,
Se transformara em pastos verdejantes
E na noite escura
Haverá muita luz
Por que Deus esta comigo

AUTORA: TEREZINHA C WERSON--SANTOS-SP-2008

O navio,

Que apito triste e este que acabei de escutar?
Mais parece um lamento
Daquele que vai partir.

E um gigantesco navio
Que o porto vai deixar,
Da minha janela vejo
O navio se movendo
Devagar...

E este apito
Tristonho?
Sinto que vou chorar...

Vai partindo
De mansinho...
E lá vai ele sumindo...
Na solidão deste mar.

Pequenino vai ficando,
E foi desaparecendo
Entre o céu e o mar.

Autora: Terezinha C Werson/2/3/2008

Meus desertos...

Hoje viajei
Pelas ruas do meu ser,
Vi meus jardins, e meus desertos.
Nas ruas do meu ser
Vi o bem, e vi o mal,
Mais vi o bem, vencer o mal
.
No meu deserto
Senti fome, senti sede,
Senti frio, e calor,
Noites escuras enfrentei
Mais a minha fé foi bem maior
Comi maná, bebi água,
Que jorrou da rocha ressequida
.
No meu jardim
Plantei o bem,
Esperei com paciência,
E vi brotar bondade
Amor, e misericórdia.
Pelo meu irmão,
Tudo isto eu colhi.

Autora: Terezinha C Werson
20/2/2008

Sem rima

Minha poesia
Não tem rima
È livre, voa
Como a andorinha
Pelo infinito
Da minha imaginação,
Corre solta como o vento
Vai onde quer
Entra em qualquer lugar
No mar,
Nos bosques e jardins
Na chuva
Na neblina,
Na tristeza e alegria
Nas cidades iluminadas
Nos casebres empobrecidos
Nas madrugadas
Nas noites escuras em trevas
Nas noites enluaradas
Nos sertões seco e sedento
E também nasce do amor
Poesia é sentimento
E sentimento
Não tem rima
Brota da alma
Como jorra água da fonte.

Autora:Terezinha C Werson
Domingo, 10 de fevereiro de 2008
Meu quarto

Meu quarto
Pequenino,
Onde oro
Num sussurro,
Medito,
Choro baixinho
Sobre meu amigo
Travesseiro,
Canto quando quero,
Onde guardo
Meus cadernos
Cheios de sentimentos,
Onde estão meus
Pensamentos,
Nas noites silenciosas
Eu fico com o meu Deus.

Autora:Terezinha C Werson
Sábado, 9 de fevereiro de 2008

Quem sou eu

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Sao Paulo, Capital, Brazil
Gosto de escrever poesias prefiro escrever do que falar gosto de ler,nao tenho autor preferido, o importante é que seja um bom livro. escrever é uma maneira de mostrar o que nos vai na alma.

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