sábado, 26 de fevereiro de 2011

Vou embora.

Vou embora.


Vou sumir naquela rua
Virar na primeira esquina
Entrar na próxima curva.


Quando cansar
Em algum jardim vou entrar
Uma rosa vou colher.


Quando a noite chegar
Na luz do luar
Vou andar...


Quem sabe eu volte,
Quando o dia clarear
E a gaivota voar
E o bem-te-vi cantar
E o sol aparecer.


Na sombra da palmeira
Eu vou me abrigar
Sentir o vento suave
Passando bem... Devagar.


Terezinha C Werson
26/2/2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

REFLEXÃO

Reflexão


Numa prateleira
Havia vários livros,
Capas e títulos belíssimos!
No entanto havia
Um, com um titulo não muito
Atraente, a capa simples
Também não atraia.
Sempre que limpava a prateleira
Sentia desejo de joga-lo fora
Mais sempre resistia
Certo dia pensei:
Vou tentar ler este livro
Já li todos,
Vou ver o que tem de interessante
Se bem que com esta capa
E com este titulo.
La dentro nada deve existir de bom
Sentei-me... Abri o livro...
Comecei a ler.
Linda historia!
Que magnífico!
Não conseguia fechar o livro
Cada frase era uma surpresa
E assim fiquei horas... E horas...
Ate vê o final.
Eu queria mais
Daquela história fascinante!
Só damos valor
Para as coisas
E para as pessoas
Pela capa e pelo titulo
Nos esquecemos
Que muitas vezes existe
Na prateleira da vida
Pessoas aparentemente
Sem beleza, e sem graça
Mais lá dentro existe uma beleza
Imensa!
Tentarei olhar para o conteúdo
Não para aparência.


TEREZINHA C WERSON
23/1/2011













terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Silêncio e solidão

Silêncio e solidão


Silêncio... E solidão
Nada quero ouvir
Não vou falar.


Quero este silêncio...
Quero orar
Falar com Deus
Pedir perdão
Pelas minhas imperfeições.


Falar... transforma-me
Quero a tua proteção,
Não me deixa cair,
No silêncio desta solidão
Fica comigo.


Terezinha C Werson3/11/2010







Olha a beleza das rosas

Olha a beleza das rosas
Sinta seu perfume
A maciez das pétalas.
Porém tem espinhos...
Cuidado... Ela pode te ferir...

Terezinha C Werson

Cidade adormecida...

Cidade adormecida...


Silêncio...
Uma imensidão
De luzes iluminam
A cidade que dorme...

Ruas, e prédios brilham.
Silêncio...
A cidade a adormeceu.

Eu na solidão deste silêncio
Contemplo esta beleza adormecida,
Neste silêncio
Adormeço e sonho...


Terezinha C Werson

Até quando... Deus...

Até quando... Deus...




Olharei para o infinito verei luz,
As estrelas, e o azul...




Até quando andarei altaneiramente;
Sem me curvar pelo cansaço da velhice...
Até quando, escreverei falarei com mãos e voz firme.




Mas sei, que tu és misericordioso,
Para mim ti curvaras.
E de bênçãos me cobrirás,
Na tua luz me guiaras...




Terezinha C Werson
26/9/2010

Eu quero chorar.

Eu quero chorar...


Vem de onde esta tristeza?
Olhos transbordando
Como uma fonte.


Tento esconder
A lágrima teimosa
Impossível. Ponho as mãos
Sobre o rosto,
Finjo que é apenas uma gota
Que cai por causa da poeira.


Mentira, sobre o rosto coloco
As mãos, por entre os dedos
Lágrimas quentes vão caindo,
E todo o peito molhando.


Não quero chorar.
Minha alma está gritando,
Socorro Deus dos desvalidos
Vem secar essa fonte,
Alivia a minha alma.


Quem disse que quero ser triste?
Quero sorrir...
Quero cantar...
Quero uma alegria inocente
Quero uma fonte de bênçãos
Jorrando felicidade
Alegrando a minha alma,
E uma face de santa.


Terezinha C Werson
22/2/2011

UM DIA VOCÊ ENTENDE.

UM DIA VOCÊ ENTENDE.


Que sua mãe perdeu o sono.
Muitas noites mal dormida
Velando pelo seu sono.
Quando você acordava
Te carregava no colo
Para te agasalhar.


Um dia você entende.
Que sua mãe perdeu
Sua juventude,
Perdeu sua vaidade,
Pensando só em você.
Das orações que fazia
Para Deus te abençoar.


Um dia você entende.
Que ela quase não viveu;
Construindo teu futuro
Sonhando com uma vida
De vitórias e sucesso.
Que ela sonhou demais;
E o sonho todo acabou.


Um dia você entende.
Que hoje o corpo está cansado;
Que ela tem sentimentos
Se sente solitária.
Conversa no quarto escuro;
Chora no travesseiro.
Quase não fala
Fica muda num cantinho...
Pra não ser repreendida.


Um dia se lembrará
Do que deixou de falar,
Mas  tarde demais será 
Ela jamais ouvirá...


Terezinha C Werson
22/2/2011







Um lago cristalino.

Um lago cristalino.


Andei solitária pelos
Campos...
Vi um lago cristalino.
Cansada da solidão
Sentei-me a beira do lago.
Era noite... vi as estrelas
E a lua refletida no fundo
Do lago
Eu debrucei-me a contemplar
Minha imagem entre as estrelas
Lá estavam juntas e solitárias...
Chorei... Ao ver tanto brilho
Nas estrelas...
E minha face tão... Cansada.
Triste sem brilho quase apagada...


Terezinha C Werson
21/2/2011

Quem sou eu

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Sao Paulo, Capital, Brazil
Gosto de escrever poesias prefiro escrever do que falar gosto de ler,nao tenho autor preferido, o importante é que seja um bom livro. escrever é uma maneira de mostrar o que nos vai na alma.

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