segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

MINHA ULTIMA POESIA

MINHA ULTIMA POESIA


Talvez a ultima, ou quem sabe a ultima
De dois mil e dez, não sei...
Perdão se ofendi aos meus amigos
Se magoei se feri, se sem querer escrevi
Palavras ásperas
Perdão se fui rude ou insensível
Se fui insistente em alguns assuntos
Se não respondi a todos
Se insisti em ser amigo de alguns
Que cansados me aturaram
Todos esses anos
Perdão pelas poesias
De palavras simples
Até repetitivas
Poesias que não falam de amor
Mas puro sentimento
São minhas verdades
Poesias, verde, azul, floridas,
Com ondas com vento com chuva com sol
Poesias solidão carência
Erradas sem vírgulas sem ponto final
Não sou poeta
Chamam-me assim por pura bondade
Bem sei que não sou
Apenas rabisco os rabiscos
Que fluem da minha alma
Sentimentos doídos
Desabafo que só o papel aceita
Melhorar não tem jeito
O tempo passou aprender mais o que?
Perdão pela ultima poesia.


TEREZINHA C WERSON









Um comentário:

Alessandra disse...

que linda ,gostei muito e entendo perfeitamente os sentimentos de um poeta,ou poetisa...abraço,que não seja a última.

Quem sou eu

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Sao Paulo, Capital, Brazil
Gosto de escrever poesias prefiro escrever do que falar gosto de ler,nao tenho autor preferido, o importante é que seja um bom livro. escrever é uma maneira de mostrar o que nos vai na alma.

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