Um novo amanhecer...
Vi o amanhecer chegar
Lindo... Iluminado...
Ouvi o canto do pássaro
Entre as rosas do meu jardim.
O amanhecer se foi...
Vem à tarde
Bonita toda faceira
Cheia de luz
Toda azul
Na roseira um bem-te-vi
Escondido entre as pétalas
Da rosa branca.
O crepúsculo foi chegando colorido belo!
Logo foi embora.
De mansinho a noite chega
Prédios iluminados.
Mas o amanhecer foi embora
Com ela o pássaro cantador
E o jardim emudeceu.
A tarde também se foi
Com ela o bem-te-vi
E a rosa branca ficou só.
O crepúsculo foi sumindo
O colorido se apagando.
Só a noite ficou
A espera de um novo amanhecer.
TEREZINHA C WERSON
14/12/2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O tempo mudou.
O tempo mudou.
Era uma chuva miúda
Através da janela
Eu olhava.
De repente escuridão...
A serra sumiu escureceu, tive medo
Fechei a cortina.
Vento, chuva, trovões, e relâmpagos, escuridão!
Medo! Noticias assustadoras!
Ruas alagadas, carros arrastados
Pela correnteza
A cidade parou.
Escuridão...
Vento enraivecido
Janelas quase voando
Medo! Lá fora a tarde se fez noite
Gotas grossas se arrastavam com o vento
As ruas alagadas, e povo assustado
Esperavam que a tempestade
Se acalmasse.
Terezinha C Werson
14/12/2010
Era uma chuva miúda
Através da janela
Eu olhava.
De repente escuridão...
A serra sumiu escureceu, tive medo
Fechei a cortina.
Vento, chuva, trovões, e relâmpagos, escuridão!
Medo! Noticias assustadoras!
Ruas alagadas, carros arrastados
Pela correnteza
A cidade parou.
Escuridão...
Vento enraivecido
Janelas quase voando
Medo! Lá fora a tarde se fez noite
Gotas grossas se arrastavam com o vento
As ruas alagadas, e povo assustado
Esperavam que a tempestade
Se acalmasse.
Terezinha C Werson
14/12/2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
CHUVA
CHUVA
Fechei a janela
Através do vidro fiquei a olhar
A chuva que começou a cair.
Olhei para o céu cinzento
Gotas finas caiam como fios prateados
Coisa linda!Um vento leve açoitava
Os fios, que balançavam.
Relâmpagos tocavam nos fios prateados
Colorindo o cinza do céu
Pensei: abrirei as minhas mãos
Quero sentir as gotas escorrendo entre meus dedos.
Novamente pensei:
Há se Deus derrama-se bênçãos
Como as gotas que caem em minhas mãos
Seriam bênçãos sem tamanho.
Senhor quero bênçãos
Como as gotas que estão
Sobre as minhas mãos.
Terezinha C Werson
13/12/2010
Fechei a janela
Através do vidro fiquei a olhar
A chuva que começou a cair.
Olhei para o céu cinzento
Gotas finas caiam como fios prateados
Coisa linda!Um vento leve açoitava
Os fios, que balançavam.
Relâmpagos tocavam nos fios prateados
Colorindo o cinza do céu
Pensei: abrirei as minhas mãos
Quero sentir as gotas escorrendo entre meus dedos.
Novamente pensei:
Há se Deus derrama-se bênçãos
Como as gotas que caem em minhas mãos
Seriam bênçãos sem tamanho.
Senhor quero bênçãos
Como as gotas que estão
Sobre as minhas mãos.
Terezinha C Werson
13/12/2010
MINHA ULTIMA POESIA
MINHA ULTIMA POESIA
Talvez a ultima, ou quem sabe a ultima
De dois mil e dez, não sei...
Perdão se ofendi aos meus amigos
Se magoei se feri, se sem querer escrevi
Palavras ásperas
Perdão se fui rude ou insensível
Se fui insistente em alguns assuntos
Se não respondi a todos
Se insisti em ser amigo de alguns
Que cansados me aturaram
Todos esses anos
Perdão pelas poesias
De palavras simples
Até repetitivas
Poesias que não falam de amor
Mas puro sentimento
São minhas verdades
Poesias, verde, azul, floridas,
Com ondas com vento com chuva com sol
Poesias solidão carência
Erradas sem vírgulas sem ponto final
Não sou poeta
Chamam-me assim por pura bondade
Bem sei que não sou
Apenas rabisco os rabiscos
Que fluem da minha alma
Sentimentos doídos
Desabafo que só o papel aceita
Melhorar não tem jeito
O tempo passou aprender mais o que?
Perdão pela ultima poesia.
TEREZINHA C WERSON
Talvez a ultima, ou quem sabe a ultima
De dois mil e dez, não sei...
Perdão se ofendi aos meus amigos
Se magoei se feri, se sem querer escrevi
Palavras ásperas
Perdão se fui rude ou insensível
Se fui insistente em alguns assuntos
Se não respondi a todos
Se insisti em ser amigo de alguns
Que cansados me aturaram
Todos esses anos
Perdão pelas poesias
De palavras simples
Até repetitivas
Poesias que não falam de amor
Mas puro sentimento
São minhas verdades
Poesias, verde, azul, floridas,
Com ondas com vento com chuva com sol
Poesias solidão carência
Erradas sem vírgulas sem ponto final
Não sou poeta
Chamam-me assim por pura bondade
Bem sei que não sou
Apenas rabisco os rabiscos
Que fluem da minha alma
Sentimentos doídos
Desabafo que só o papel aceita
Melhorar não tem jeito
O tempo passou aprender mais o que?
Perdão pela ultima poesia.
TEREZINHA C WERSON
domingo, 5 de dezembro de 2010
Seja prudente.
Seja prudente.
Só fale ou escreva
Aquilo que você gostaria
De ouvir ou ler sobre você.
Não fira o teu irmão com palavras
Ou atitude que machuca.
Seja prudente não aja
Com impetuosidade.
Procure qualidades
Se não achar fique quieto.
Se teu próximo é menos favorecido
Não o trate com desdém
Seja cauteloso
As palavras não têm volta.
Não entristeça a alma do teu irmão
Alma ferida dói
Lembrem-se todos somos iguais
Perante Deus.
Não julgues porque também serás julgado
Haja com paciência e com amor
Não somos dono do mundo
Somos apenas pó.
Se tiveres a sorte de chegar
A velhice comece a plantar amor,
Sabedoria,
Assim colherás bons frutos
Nada temos num segundo
Tudo acaba.
Terezinha C Werson
2/12/2010
Só fale ou escreva
Aquilo que você gostaria
De ouvir ou ler sobre você.
Não fira o teu irmão com palavras
Ou atitude que machuca.
Seja prudente não aja
Com impetuosidade.
Procure qualidades
Se não achar fique quieto.
Se teu próximo é menos favorecido
Não o trate com desdém
Seja cauteloso
As palavras não têm volta.
Não entristeça a alma do teu irmão
Alma ferida dói
Lembrem-se todos somos iguais
Perante Deus.
Não julgues porque também serás julgado
Haja com paciência e com amor
Não somos dono do mundo
Somos apenas pó.
Se tiveres a sorte de chegar
A velhice comece a plantar amor,
Sabedoria,
Assim colherás bons frutos
Nada temos num segundo
Tudo acaba.
Terezinha C Werson
2/12/2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Tecendo a vida.
Tecendo a vida.
Vou tecendo a vida
Com fios coloridos,
Fios dourados.
Às vezes alguns fios
Rompem-se eu tento
Consertar, e continuo
A tecer com paciência.
Quando me canso
Paro de tecer
Deixo tudo de lado
E tento não me
Aborrecer
Pra não estragar
Essa trama.
Tento me acalmar
Então continuo tecendo
Essa vida colorindo
Com fios de muitas cores.
Para que fique mais bela
Junto com fios de ouro.
Terezinha c werson
5/11/2010
Vou tecendo a vida
Com fios coloridos,
Fios dourados.
Às vezes alguns fios
Rompem-se eu tento
Consertar, e continuo
A tecer com paciência.
Quando me canso
Paro de tecer
Deixo tudo de lado
E tento não me
Aborrecer
Pra não estragar
Essa trama.
Tento me acalmar
Então continuo tecendo
Essa vida colorindo
Com fios de muitas cores.
Para que fique mais bela
Junto com fios de ouro.
Terezinha c werson
5/11/2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Manha azul
Manha azul
Manhã... Bela! Céu azul,
pássaros voando, alto
Passeando sob o céu!
vento batendo bem, leve...
Nas ondas verdes do mar.
Ondas batendo na areia
ondas batendo nas pedras,
onda batendo nas ondas
som saindo das profundezas do ma
olho longe... Bem distante...
E os meus pensamentos vagueiam
nas profundezas do mar.
Ondas batendo na alma
e me fazendo sonhar.
Sonho... Sonho...
De tanto sonhar cansei.
Afoguei os meus sonhos
nas profundezas do mar.
Terezinha C Werson-24-2-94 Santos
Manhã... Bela! Céu azul,
pássaros voando, alto
Passeando sob o céu!
vento batendo bem, leve...
Nas ondas verdes do mar.
Ondas batendo na areia
ondas batendo nas pedras,
onda batendo nas ondas
som saindo das profundezas do ma
olho longe... Bem distante...
E os meus pensamentos vagueiam
nas profundezas do mar.
Ondas batendo na alma
e me fazendo sonhar.
Sonho... Sonho...
De tanto sonhar cansei.
Afoguei os meus sonhos
nas profundezas do mar.
Terezinha C Werson-24-2-94 Santos
BEM SEI...
Belas palavras não escrevo
Mas escrevo o que sei
E o que sinto.
De cada poesia
Tiro um pedaço.
Um retalho de alegria
Outro de solidão.
Pedacinhos do mar
Das montanhas
Do azul do céu
Das estrelas
Do luar
Das flores
Dos pássaros,
Assim vou costurando
Uma, a uma, com linhas
Douradas dos sentimentos.
E assim transformo
Em grandes retalhos coloridos
Isso que chamo de poesia.
Terezinha C Werson
8/10/2010
Belas palavras não escrevo
Mas escrevo o que sei
E o que sinto.
De cada poesia
Tiro um pedaço.
Um retalho de alegria
Outro de solidão.
Pedacinhos do mar
Das montanhas
Do azul do céu
Das estrelas
Do luar
Das flores
Dos pássaros,
Assim vou costurando
Uma, a uma, com linhas
Douradas dos sentimentos.
E assim transformo
Em grandes retalhos coloridos
Isso que chamo de poesia.
Terezinha C Werson
8/10/2010
Até que o sol brilhe.
Hoje a manhã esta sem sol
Uma neblina azul cobre a serra...
Eu tristonha olho para solidão
Uma imensa tristeza vem logo e se aconchega.
Eu vou ate o espelho
Olho nos meus olhos
Vejo a minha alma refletida
Tão abatida sinto pena
Desta alma tão solitária...
Eu e o espelho.
Eu companheira de mim mesmo
Novamente olho para o espelho
Olho nos meus olhos um pouco embaçado
Pela lagrima que tenta escorrer pela face
Passo as mãos para afastar da alma
Essa angustia quase grito.
Volto a olhar a serra azulada
Não brilha, o sol não chegou
Volto até o espelho
Novamente vejo a minha alma
Refletida no espelho
Abatida e tristonha...
Que pena queria ver esta alma
Alegre e sorridente
Refletida no meu rosto.
Porque o coração alegre
Aformoseia o rosto.
Eu continuo companheira de mim mesmo.
Ate que o azul da serra
Volte a brilhar...
Terezinha C Werson
4/10/2010
Como cigana
Como cigana
La vou eu... Nova mudança
Outro bairro outra gente
Outra tenda desmontada
Já envelhecida pelo sol e pela chuva
Pelo tempo pelo vento
Pelo cansaço.
Já deixei pra trás
Mar montanhas
Rios cachoeiras
Amigos parentes
Tantas coisas já deixei
Tantas tendas montei e desmontei.
O tempo vai passando
Como cigana
Vou vivendo.
Terezinha C Werson
26/9/2010
La vou eu... Nova mudança
Outro bairro outra gente
Outra tenda desmontada
Já envelhecida pelo sol e pela chuva
Pelo tempo pelo vento
Pelo cansaço.
Já deixei pra trás
Mar montanhas
Rios cachoeiras
Amigos parentes
Tantas coisas já deixei
Tantas tendas montei e desmontei.
O tempo vai passando
Como cigana
Vou vivendo.
Terezinha C Werson
26/9/2010
Da minha janela
Da minha janela
Vejo a poesia
Voando como pássaros
Se movendo lentamente entre as nuvens...
Caindo na gota da chuva
De mãos dadas com crianças.
Na lentidão
Dos passos do ancião.
Na beleza da juventude.
Vejo a poesia
Como a gaivota
Sumindo no infinito.
Na poesia vejo Deus...
Terezinha C Werson
Vejo a poesia
Voando como pássaros
Se movendo lentamente entre as nuvens...
Caindo na gota da chuva
De mãos dadas com crianças.
Na lentidão
Dos passos do ancião.
Na beleza da juventude.
Vejo a poesia
Como a gaivota
Sumindo no infinito.
Na poesia vejo Deus...
Terezinha C Werson
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Súplica da terra.
Súplica da terra.
Senhor sou árvore ressequida
Meus galhos como braços
Ergo aos céus em oração
Manda chuva meu Senhor.
Os rios secos lamentam...
Meu leito está tão seco
Nem uma gota de água
Meu Senhor, só tem pedras
Manda chuva meu Senhor...
Do fundo destas crateras
Sai fogo meu salvador
Pra apagar estas chamas
Manda chuva meu Senhor.
Sou pássaro gosto da terra
Mais essa chuva não chega
Pra não morrer de fome e sede
Vou migrar procurar chuva.
Plantação:
Sou alimento deste povo
Mais o sol esta me queimando
Se a chuva não vier
Logo sei vou morrer.
E coitado desse povo sem água
E sem alimento
Ou parte para outras bandas
Ou com certeza vão morrer.
Senhor olha a alma desse
Povo tão sofrido e sem esperança.
Esquecido e humilhado
Essa terra tão sofrida
Só quer chuva meu Senhor.
Ver todas as árvores floridas
As crateras trasbordando
O leito do rio cheio
Lavando todas as pedras.
Colheita em abundância
A volta dos passarinhos
E o nordestino contente
Colhendo seu alimento
Se banhando neste rio
E saciando a sede.
Terezinha C Werson
8/11/2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Silêncio e solidão
Silêncio e solidão
Silencio... E solidão
Nada quero ouvir
Não vou falar.
Quero este silêncio...
Quero orar
Falar com Deus
Pedir perdão
Pelas minhas imperfeições.
Falar: transforma-me
Quero a tua proteção
Não me deixa cair
No silencio desta solidão
Fica comigo.
Terezinha C Werson3/11/2010
Silencio... E solidão
Nada quero ouvir
Não vou falar.
Quero este silêncio...
Quero orar
Falar com Deus
Pedir perdão
Pelas minhas imperfeições.
Falar: transforma-me
Quero a tua proteção
Não me deixa cair
No silencio desta solidão
Fica comigo.
Terezinha C Werson3/11/2010
Que loucura...

Que loucura...
Acordei pensativa preocupada
Abri a internet
Logo vi uma mensagem linda!
Junto uma linda musica
Fiquei feliz...
Ao ouvir a musica e ler a mensagem
Entristeci-me e chorei...
Vou acabar com esta angustia
Vou me banhar...
Lavar toda essa angustia
Lavar as lagrimas e a alma
Olhar para o sol e sorrir...
Terezinha C Werson
28/10/10 Que loucura
Sem sonhos...
Sem sonhos...
Não posso deixar
De sonhar...
Sem sonhos
É o mesmo que ter
Um jardim sem flores
É ter asas e não voar
E ser pássaro e não cantar.
É olhar para o céu e não ver estrelas
Olhar estrada
E nunca caminhar
É olhar as flores e não colher.
É na beleza do meu sonho
Que vejo o meu jardim florescer
Crio asas e vôo
Canto como passarinho
Olho para o céu vejo Deus.
Pela estrada lá vou eu
No meu jardim colho flores
Colho ilusões
Colho esperanças
E assim eu vou sonhando
E no meu vôo eu sonho.
Terezinha C Werson
2/11/2010
Não posso deixar
De sonhar...
Sem sonhos
É o mesmo que ter
Um jardim sem flores
É ter asas e não voar
E ser pássaro e não cantar.
É olhar para o céu e não ver estrelas
Olhar estrada
E nunca caminhar
É olhar as flores e não colher.
É na beleza do meu sonho
Que vejo o meu jardim florescer
Crio asas e vôo
Canto como passarinho
Olho para o céu vejo Deus.
Pela estrada lá vou eu
No meu jardim colho flores
Colho ilusões
Colho esperanças
E assim eu vou sonhando
E no meu vôo eu sonho.
Terezinha C Werson
2/11/2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Lindo poema da minha querida Karla Julia
Poema Azul
Para você,meu último poema azul
minhas lembranças de lençóis azuis
e um horizonte, muito grande,
onde, perdida, sem você, sucumbo
para depois, reencontrar-me refletida e renovada
na lembrança em seus olhos, inevitavelmente...blues
Você chegou na hora marcada
e me amou, e me amou e me amou
eu, amando e apaixonada, dissolvi-me no azul do seu olhar de mar
certa de enfrentar uma nova jornada
E nossos dias foram mais azuis do que nunca
Sinto falta desse homem que me protegia de longe
Ouço um blues ...quero chamar seu nome
Não me lembro mais do seu número de telefone
Sua morte tirou de mim nossas horas a sós e o azul de seus olhos
nunca mais é tempo demais....
Karla Julia
Para você,meu último poema azul
minhas lembranças de lençóis azuis
e um horizonte, muito grande,
onde, perdida, sem você, sucumbo
para depois, reencontrar-me refletida e renovada
na lembrança em seus olhos, inevitavelmente...blues
Você chegou na hora marcada
e me amou, e me amou e me amou
eu, amando e apaixonada, dissolvi-me no azul do seu olhar de mar
certa de enfrentar uma nova jornada
E nossos dias foram mais azuis do que nunca
Sinto falta desse homem que me protegia de longe
Ouço um blues ...quero chamar seu nome
Não me lembro mais do seu número de telefone
Sua morte tirou de mim nossas horas a sós e o azul de seus olhos
nunca mais é tempo demais....
Karla Julia
POESIA DA MINHA AMIGA KARLA JULIA
De Livre e Espontânea Vontade
Em mim só há uma fonte de poesia
inspiração,doçura, lirismo,
pão, vinho e mansidão
Escrevo e dissolvo-me em pura magia
Sento-me na lua, enfeito meu cabelo
e é nessa hora que a noite vira dia
Canto nossos mundos errantes, tão distantes...
E mesmo que eu morra amanhã
teu sangue já corre em minhas veias,
foi teu presente de livre e espontânea vontade
Muitas luas atrás...
Por isso não chore jamais
segue sorrindo, pois cortei meus cabelos
e deixei o mundo virando espuma
só para poder ver-te seguir teu caminho em paz
Assim reza a lenda...
Sou feliz pois o fostes
Nunca começo nem termino
Continuo...
Dou vivas a minha vida por ti escolhida!
Karla Julia
http://www.campodeorquideas.com.br/2/pagina.asp?materia=593
Em mim só há uma fonte de poesia
inspiração,doçura, lirismo,
pão, vinho e mansidão
Escrevo e dissolvo-me em pura magia
Sento-me na lua, enfeito meu cabelo
e é nessa hora que a noite vira dia
Canto nossos mundos errantes, tão distantes...
E mesmo que eu morra amanhã
teu sangue já corre em minhas veias,
foi teu presente de livre e espontânea vontade
Muitas luas atrás...
Por isso não chore jamais
segue sorrindo, pois cortei meus cabelos
e deixei o mundo virando espuma
só para poder ver-te seguir teu caminho em paz
Assim reza a lenda...
Sou feliz pois o fostes
Nunca começo nem termino
Continuo...
Dou vivas a minha vida por ti escolhida!
Karla Julia
http://www.campodeorquideas.com.br/2/pagina.asp?materia=593
POESIA DA MINHA QUERIDA AMIGA KARLA JULIA.LINDA!
Ipanema não é minha
Da primeira vez que o vi
chorei mais do que a chuva das monções
deu um nó na garganta... e até a noite virou dia .
Emoção mais úmida que o próprio calçadão
onde sempre ando, pensando em fazer um novo poema,
e em como é difícil viver sem você em plena Ipanema.
Ainda choro, agora de saudades
Choro o choro dos loucos e dos sem tino
Choro porque dei de escrever esse desatino.
Choro porque é noite e a lua está tão linda
Choro porque amo viver e sei que um dia vou desaparecer.
Choro porque nunca mais poderei ver
aquele par de olhos azuis lindos de morrer.
Choro porque ela está crescendo
e logo logo não será mais minha menininha.
Choro porque meu ouvido anda dodói
e nunca mais vou ouvir a sua voz.
Karla Julia
domingo, 31 de outubro de 2010
O silêncio das folhas.
O silêncio das folhas.
Na floresta vou caminhando
Solitária...
Entre o silêncio das folhas
E o ranger dos galhos secos.
Como luz, os raios
Do sol que entra silencioso...
Companheiro da solidão da floresta.
Como musica
Ouço um coral de pássaros.
Cobertos pelas folhas
Verdes das arvores.
Vou andando...
Sem pressa e sem rumo...
Como companheira
As borboletas...
Que voam ao meu redor...
Vou caminhando
Na floresta solitária
Solitária como eu
Ouvindo o canto dos pássaros
O silencio das folhas
O ranger dos galhos secos
Vou sem pressa
Eu e as borboletas...
Terezinha C Werson/25/10/2010
sábado, 30 de outubro de 2010
MINHA PRIMEIRA ORAÇÃO
Minha primeira oração
Quando nasci fiz uma oração
Quando olhei o mundo
Senti medo
Senti frio.
Morava no silêncio
Num regato morno
Eu dormia brincava...
Chorar... Não chorei...
Quando eu me agitava
Sentia uma leve mão
Acariciando-me.
Aí eu me alegrava
E sorria...
Mas chegou à hora.
Vi um mundo diferente
A luz me machucava
As vozes me amedrontavam
Então eu chorei alto!
E fiz a minha primeira
Oração desesperada!
Entre soluços orei...
Senhor, de mim tem misericórdia
Neste mundo estranho
Entrei cuida de mim, me agasalha
A sombra das tuas asas.
Me pega no colo
Segura a minha mão
E me guia para beira
De um regato silencioso...
Que uma luz suave me aqueça.
TEREZINHA C WERSON
30/10/2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Serei eu esta garça?
Serei eu esta garça?
Sou melancólica
Também prefiro a solidão do mar...
Entre as lagunas me escondo
O meu canto ninguém ouve...
Sou inofensiva
Ninguém me nota
Sou triste e melancólica...
Fico a beira do mar
Pensativamente...
Meu coração sangra
De desejo pela água!
Serei eu esta garça?
Que vive melancolicamente
A vagar solitariamente
Por esse imenso infinito
Entre o céu e o mar...
Terezinha C Werson
COM BASE NA POESIA ÁRABE
A GARÇA.
COM ELA ME IDENTIFICO.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
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Quem sou eu
- RETALHOS DE POESIAS
- Sao Paulo, Capital, Brazil
- Gosto de escrever poesias prefiro escrever do que falar gosto de ler,nao tenho autor preferido, o importante é que seja um bom livro. escrever é uma maneira de mostrar o que nos vai na alma.
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