Há tão pouco tempo...
Há tão pouco tempo
Eu era jovem...
Com o tempo eu brincava
Com a vida eu fazia
Brincadeiras
Falava com as estrelas
Em nada eu pensava
Nem via a juventude
Escorrendo com o rio.
Vivia juntando estrelas
Com elas mil castelos
De sonhos construí
Eram belos!
Mas as nuvens
Encobriam as estrelas
E os castelos eu não via.
Eu era tão jovem
Minhas esperanças
Com carinho eu cuidava
Mas no tempo
E no vento
Elas voaram...
No espelho minha juventude
Eu contemplava
No passado e no futuro
Eu não pensava.
Hoje com saudades
Recordo o passado
Vivo o presente
E do futuro só DEUS sabe.
Terezinha C Werson 12/4/2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
ALVORADA
Alvorada
Os primeiros raios
Do sol apareciam
Ouvi meu pássaro
Cantando.
Sai a caminhar..
Com os raios do sol me cobri
Que carinhoso aquecia-me.
Cheguei pertinho do pássaro
No meu ombro ele pousou
Cantava um canto alegre e bonito
Como a alvorada,
Suas penas tinham o brilho
Do amanhecer.
Sobre os raios do sol eu pisava
Sobre o meu ombro o pássaro se aninhava
Cantando baixinho só eu ouvia...
Na beleza da alvorada
Eu sonhava..
Terezinha C Werson
27/3/2011
Os primeiros raios
Do sol apareciam
Ouvi meu pássaro
Cantando.
Sai a caminhar..
Com os raios do sol me cobri
Que carinhoso aquecia-me.
Cheguei pertinho do pássaro
No meu ombro ele pousou
Cantava um canto alegre e bonito
Como a alvorada,
Suas penas tinham o brilho
Do amanhecer.
Sobre os raios do sol eu pisava
Sobre o meu ombro o pássaro se aninhava
Cantando baixinho só eu ouvia...
Na beleza da alvorada
Eu sonhava..
Terezinha C Werson
27/3/2011
domingo, 13 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
ANTES DO ENTARDECER
Antes do entardecer.
Vou caminhar nesta estrada
Olhar o céu colorido,
Vou colorir os meus sonhos
Das cores do entardecer.
Vou caminhar devagar
Olhar toda essa beleza
Que cobre a minha cabeça
Pisar no chão bem... De leve.
Cantarei uma canção
Colherei todas as flores
Os meus sonhos enfeitarei...
Vou semear na estrada
Os meus sonhos coloridos,
Quando o entardecer chegar
Quero ver todos os meus sonhos
Nesta estrada florescendo.
Terezinha C Werson
12/3/2011
Vou caminhar nesta estrada
Olhar o céu colorido,
Vou colorir os meus sonhos
Das cores do entardecer.
Vou caminhar devagar
Olhar toda essa beleza
Que cobre a minha cabeça
Pisar no chão bem... De leve.
Cantarei uma canção
Colherei todas as flores
Os meus sonhos enfeitarei...
Vou semear na estrada
Os meus sonhos coloridos,
Quando o entardecer chegar
Quero ver todos os meus sonhos
Nesta estrada florescendo.
Terezinha C Werson
12/3/2011
MEUS SONHOS...
MEUS SONHOS...
Sonhos...
Não morrem...
Às vezes ficam
Adormecidos
Mais quando despertam
Traz-me esperança.
E alegria!
Flui em mim
Uma fonte
Inesgotável...
Novos sonhos
Surgem com uma força
Grandiosa!
E nas asas dos meus sonhos
Vôo alto! Viajo!
Atravesso fronteiras
Conheço o infinito...
Lá vou eu! Como
Um pássaro,
Nos dias ensolarados
De manhãs azuis, rosa, e vermelho!
Neste sonho
Eu me perco
Entre, o céu, e o mar,
Nas asas da esperança
Voei longe me perdi...
Quem sabe um dia eu volte
Ou quem sabe... Nunca mais...
Terezinha C Werson
Sonhos...
Não morrem...
Às vezes ficam
Adormecidos
Mais quando despertam
Traz-me esperança.
E alegria!
Flui em mim
Uma fonte
Inesgotável...
Novos sonhos
Surgem com uma força
Grandiosa!
E nas asas dos meus sonhos
Vôo alto! Viajo!
Atravesso fronteiras
Conheço o infinito...
Lá vou eu! Como
Um pássaro,
Nos dias ensolarados
De manhãs azuis, rosa, e vermelho!
Neste sonho
Eu me perco
Entre, o céu, e o mar,
Nas asas da esperança
Voei longe me perdi...
Quem sabe um dia eu volte
Ou quem sabe... Nunca mais...
Terezinha C Werson
segunda-feira, 7 de março de 2011
Aquieta-te minha alma.
Aquieta-te minha alma.
Como pássaro no ninho
Como o amanhecer na primavera
Como a borboleta pousando sobre as flores
Como a fonte jorrando silenciosa
Como o sussurro do riacho na madrugada
Como a sombra na tarde ensolarada
Como o brilho da estrela pequenina
Como a lua debruçada sobre o mar
Como o canto do pássaro na floresta
Como o sopro leve do vento
Como a criança embalada nos braços da mãe
Como a leve carícia da brisa no jardim
Como a chuva miúda
Caindo sobre a relva.
Aquieta-te minha alma
Nos braços do pai.
Terezinha C Werson
Segunda-feira, 7 de março de
Como pássaro no ninho
Como o amanhecer na primavera
Como a borboleta pousando sobre as flores
Como a fonte jorrando silenciosa
Como o sussurro do riacho na madrugada
Como a sombra na tarde ensolarada
Como o brilho da estrela pequenina
Como a lua debruçada sobre o mar
Como o canto do pássaro na floresta
Como o sopro leve do vento
Como a criança embalada nos braços da mãe
Como a leve carícia da brisa no jardim
Como a chuva miúda
Caindo sobre a relva.
Aquieta-te minha alma
Nos braços do pai.
Terezinha C Werson
Segunda-feira, 7 de março de
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Vou embora.
Vou embora.
Vou sumir naquela rua
Virar na primeira esquina
Entrar na próxima curva.
Quando cansar
Em algum jardim vou entrar
Uma rosa vou colher.
Quando a noite chegar
Na luz do luar
Vou andar...
Quem sabe eu volte,
Quando o dia clarear
E a gaivota voar
E o bem-te-vi cantar
E o sol aparecer.
Na sombra da palmeira
Eu vou me abrigar
Sentir o vento suave
Passando bem... Devagar.
Terezinha C Werson
26/2/2011
Vou sumir naquela rua
Virar na primeira esquina
Entrar na próxima curva.
Quando cansar
Em algum jardim vou entrar
Uma rosa vou colher.
Quando a noite chegar
Na luz do luar
Vou andar...
Quem sabe eu volte,
Quando o dia clarear
E a gaivota voar
E o bem-te-vi cantar
E o sol aparecer.
Na sombra da palmeira
Eu vou me abrigar
Sentir o vento suave
Passando bem... Devagar.
Terezinha C Werson
26/2/2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
REFLEXÃO
Reflexão
Numa prateleira
Havia vários livros,
Capas e títulos belíssimos!
No entanto havia
Um, com um titulo não muito
Atraente, a capa simples
Também não atraia.
Sempre que limpava a prateleira
Sentia desejo de joga-lo fora
Mais sempre resistia
Certo dia pensei:
Vou tentar ler este livro
Já li todos,
Vou ver o que tem de interessante
Se bem que com esta capa
E com este titulo.
La dentro nada deve existir de bom
Sentei-me... Abri o livro...
Comecei a ler.
Linda historia!
Que magnífico!
Não conseguia fechar o livro
Cada frase era uma surpresa
E assim fiquei horas... E horas...
Ate vê o final.
Eu queria mais
Daquela história fascinante!
Só damos valor
Para as coisas
E para as pessoas
Pela capa e pelo titulo
Nos esquecemos
Que muitas vezes existe
Na prateleira da vida
Pessoas aparentemente
Sem beleza, e sem graça
Mais lá dentro existe uma beleza
Imensa!
Tentarei olhar para o conteúdo
Não para aparência.
TEREZINHA C WERSON
23/1/2011
Numa prateleira
Havia vários livros,
Capas e títulos belíssimos!
No entanto havia
Um, com um titulo não muito
Atraente, a capa simples
Também não atraia.
Sempre que limpava a prateleira
Sentia desejo de joga-lo fora
Mais sempre resistia
Certo dia pensei:
Vou tentar ler este livro
Já li todos,
Vou ver o que tem de interessante
Se bem que com esta capa
E com este titulo.
La dentro nada deve existir de bom
Sentei-me... Abri o livro...
Comecei a ler.
Linda historia!
Que magnífico!
Não conseguia fechar o livro
Cada frase era uma surpresa
E assim fiquei horas... E horas...
Ate vê o final.
Eu queria mais
Daquela história fascinante!
Só damos valor
Para as coisas
E para as pessoas
Pela capa e pelo titulo
Nos esquecemos
Que muitas vezes existe
Na prateleira da vida
Pessoas aparentemente
Sem beleza, e sem graça
Mais lá dentro existe uma beleza
Imensa!
Tentarei olhar para o conteúdo
Não para aparência.
TEREZINHA C WERSON
23/1/2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Silêncio e solidão
Silêncio e solidão
Silêncio... E solidão
Nada quero ouvir
Não vou falar.
Quero este silêncio...
Quero orar
Falar com Deus
Pedir perdão
Pelas minhas imperfeições.
Falar... transforma-me
Quero a tua proteção,
Não me deixa cair,
No silêncio desta solidão
Fica comigo.
Terezinha C Werson3/11/2010
Silêncio... E solidão
Nada quero ouvir
Não vou falar.
Quero este silêncio...
Quero orar
Falar com Deus
Pedir perdão
Pelas minhas imperfeições.
Falar... transforma-me
Quero a tua proteção,
Não me deixa cair,
No silêncio desta solidão
Fica comigo.
Terezinha C Werson3/11/2010
Olha a beleza das rosas
Olha a beleza das rosas
Sinta seu perfume
A maciez das pétalas.
Porém tem espinhos...
Cuidado... Ela pode te ferir...
Terezinha C Werson
Sinta seu perfume
A maciez das pétalas.
Porém tem espinhos...
Cuidado... Ela pode te ferir...
Terezinha C Werson
Cidade adormecida...
Cidade adormecida...
Silêncio...
Uma imensidão
De luzes iluminam
A cidade que dorme...
Ruas, e prédios brilham.
Silêncio...
A cidade a adormeceu.
Eu na solidão deste silêncio
Contemplo esta beleza adormecida,
Neste silêncio
Adormeço e sonho...
Terezinha C Werson
Silêncio...
Uma imensidão
De luzes iluminam
A cidade que dorme...
Ruas, e prédios brilham.
Silêncio...
A cidade a adormeceu.
Eu na solidão deste silêncio
Contemplo esta beleza adormecida,
Neste silêncio
Adormeço e sonho...
Terezinha C Werson
Até quando... Deus...
Até quando... Deus...
Olharei para o infinito verei luz,
As estrelas, e o azul...
Até quando andarei altaneiramente;
Sem me curvar pelo cansaço da velhice...
Até quando, escreverei falarei com mãos e voz firme.
Mas sei, que tu és misericordioso,
Para mim ti curvaras.
E de bênçãos me cobrirás,
Na tua luz me guiaras...
Terezinha C Werson
26/9/2010
Olharei para o infinito verei luz,
As estrelas, e o azul...
Até quando andarei altaneiramente;
Sem me curvar pelo cansaço da velhice...
Até quando, escreverei falarei com mãos e voz firme.
Mas sei, que tu és misericordioso,
Para mim ti curvaras.
E de bênçãos me cobrirás,
Na tua luz me guiaras...
Terezinha C Werson
26/9/2010
Eu quero chorar.
Eu quero chorar...
Vem de onde esta tristeza?
Olhos transbordando
Como uma fonte.
Tento esconder
A lágrima teimosa
Impossível. Ponho as mãos
Sobre o rosto,
Finjo que é apenas uma gota
Que cai por causa da poeira.
Mentira, sobre o rosto coloco
As mãos, por entre os dedos
Lágrimas quentes vão caindo,
E todo o peito molhando.
Não quero chorar.
Minha alma está gritando,
Socorro Deus dos desvalidos
Vem secar essa fonte,
Alivia a minha alma.
Quem disse que quero ser triste?
Quero sorrir...
Quero cantar...
Quero uma alegria inocente
Quero uma fonte de bênçãos
Jorrando felicidade
Alegrando a minha alma,
E uma face de santa.
Terezinha C Werson
22/2/2011
Vem de onde esta tristeza?
Olhos transbordando
Como uma fonte.
Tento esconder
A lágrima teimosa
Impossível. Ponho as mãos
Sobre o rosto,
Finjo que é apenas uma gota
Que cai por causa da poeira.
Mentira, sobre o rosto coloco
As mãos, por entre os dedos
Lágrimas quentes vão caindo,
E todo o peito molhando.
Não quero chorar.
Minha alma está gritando,
Socorro Deus dos desvalidos
Vem secar essa fonte,
Alivia a minha alma.
Quem disse que quero ser triste?
Quero sorrir...
Quero cantar...
Quero uma alegria inocente
Quero uma fonte de bênçãos
Jorrando felicidade
Alegrando a minha alma,
E uma face de santa.
Terezinha C Werson
22/2/2011
UM DIA VOCÊ ENTENDE.
UM DIA VOCÊ ENTENDE.
Que sua mãe perdeu o sono.
Muitas noites mal dormida
Velando pelo seu sono.
Quando você acordava
Te carregava no colo
Para te agasalhar.
Um dia você entende.
Que sua mãe perdeu
Sua juventude,
Perdeu sua vaidade,
Pensando só em você.
Das orações que fazia
Para Deus te abençoar.
Um dia você entende.
Que ela quase não viveu;
Construindo teu futuro
Sonhando com uma vida
De vitórias e sucesso.
Que ela sonhou demais;
E o sonho todo acabou.
Um dia você entende.
Que hoje o corpo está cansado;
Que ela tem sentimentos
Se sente solitária.
Conversa no quarto escuro;
Chora no travesseiro.
Quase não fala
Fica muda num cantinho...
Pra não ser repreendida.
Um dia se lembrará
Do que deixou de falar,
Mas tarde demais será
Ela jamais ouvirá...
Terezinha C Werson
22/2/2011
Que sua mãe perdeu o sono.
Muitas noites mal dormida
Velando pelo seu sono.
Quando você acordava
Te carregava no colo
Para te agasalhar.
Um dia você entende.
Que sua mãe perdeu
Sua juventude,
Perdeu sua vaidade,
Pensando só em você.
Das orações que fazia
Para Deus te abençoar.
Um dia você entende.
Que ela quase não viveu;
Construindo teu futuro
Sonhando com uma vida
De vitórias e sucesso.
Que ela sonhou demais;
E o sonho todo acabou.
Um dia você entende.
Que hoje o corpo está cansado;
Que ela tem sentimentos
Se sente solitária.
Conversa no quarto escuro;
Chora no travesseiro.
Quase não fala
Fica muda num cantinho...
Pra não ser repreendida.
Um dia se lembrará
Do que deixou de falar,
Mas tarde demais será
Ela jamais ouvirá...
Terezinha C Werson
22/2/2011
Um lago cristalino.
Um lago cristalino.
Andei solitária pelos
Campos...
Vi um lago cristalino.
Cansada da solidão
Sentei-me a beira do lago.
Era noite... vi as estrelas
E a lua refletida no fundo
Do lago
Eu debrucei-me a contemplar
Minha imagem entre as estrelas
Lá estavam juntas e solitárias...
Chorei... Ao ver tanto brilho
Nas estrelas...
E minha face tão... Cansada.
Triste sem brilho quase apagada...
Terezinha C Werson
21/2/2011
Andei solitária pelos
Campos...
Vi um lago cristalino.
Cansada da solidão
Sentei-me a beira do lago.
Era noite... vi as estrelas
E a lua refletida no fundo
Do lago
Eu debrucei-me a contemplar
Minha imagem entre as estrelas
Lá estavam juntas e solitárias...
Chorei... Ao ver tanto brilho
Nas estrelas...
E minha face tão... Cansada.
Triste sem brilho quase apagada...
Terezinha C Werson
21/2/2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O QUE ME RESTA?
O que me resta?
Contemplar o céu olhar a beleza
Das nuvens das estrelas da lua
Do sol da chuva
Andar pelas ruas
Liberta das paredes.
Andar respirar como quem sonha
Falar com Deus em oração.
Resta-me...
Colher flores no jardim da vida
Para enfeitar os meus sonhos
Minha estrada os meus dias
Minhas noites
O meu adormecer e o meu despertar.
Resta-me...
Agradecer pelas bênçãos
Pelo sorriso pelo choro
Pelo pão pelo irmão
Pelo o que me acolheu
Pelo que me ignorou
Pelo que me deu a mão
Pelo o que me deixou no chão.
Resta-me...
Colher flores no jardim da vida
Enfeitar a minha estrada
Que está quase acabando
No final eu quero rosas
Quero uma musica suave
Levando-me como sonho...
Acordar na madrugada
Noutra rua
Num jardim todo florido
Onde as flores nunca morrem
Onde o perfume é eterno
Eu quero Deus...
Terezinha C Werson
16/2/2011
Contemplar o céu olhar a beleza
Das nuvens das estrelas da lua
Do sol da chuva
Andar pelas ruas
Liberta das paredes.
Andar respirar como quem sonha
Falar com Deus em oração.
Resta-me...
Colher flores no jardim da vida
Para enfeitar os meus sonhos
Minha estrada os meus dias
Minhas noites
O meu adormecer e o meu despertar.
Resta-me...
Agradecer pelas bênçãos
Pelo sorriso pelo choro
Pelo pão pelo irmão
Pelo o que me acolheu
Pelo que me ignorou
Pelo que me deu a mão
Pelo o que me deixou no chão.
Resta-me...
Colher flores no jardim da vida
Enfeitar a minha estrada
Que está quase acabando
No final eu quero rosas
Quero uma musica suave
Levando-me como sonho...
Acordar na madrugada
Noutra rua
Num jardim todo florido
Onde as flores nunca morrem
Onde o perfume é eterno
Eu quero Deus...
Terezinha C Werson
16/2/2011
ALMA
ALMA
A alma ninguém vê fica escondida
Ninguém sabe quando chora
Ninguém sabe quando canta
Ninguém sabe nem se importa...
La dentro só ela
Sabe, das angustias e da tristeza...
Vai lentamente morrendo
Num silencio tão... medonho
Num lago chamado pranto.
Terezinha C Werson
15/2/2011
A alma ninguém vê fica escondida
Ninguém sabe quando chora
Ninguém sabe quando canta
Ninguém sabe nem se importa...
La dentro só ela
Sabe, das angustias e da tristeza...
Vai lentamente morrendo
Num silencio tão... medonho
Num lago chamado pranto.
Terezinha C Werson
15/2/2011
CHORA...
Chora...
Chega de fingir...
Vi teus olhos
Vermelhos.
Uma lágrima
Parada quase caindo.
Vi teu peito
Todo tremulo.
Vi tua face tristonha
Vi tuas mãos
Secando as lágrimas
Vi que estavas fingindo...
Vi que tu querias
Sumir nesta imensidão...
Sem destino
E sem rumo.
Ou será que queres
Voar como pássaro
Solitário? Descansar
Em outro ninho
E lá longe bem... Distante...
Derramar todo o teu pranto
E um canto solitário
Sair num grito tão alto!
E naquele ninho morrer...
Junto de ti só um anjo
Enxugando a tua face
E te embalando no colo...
Terezinha C Werson
15/2/2011
Chega de fingir...
Vi teus olhos
Vermelhos.
Uma lágrima
Parada quase caindo.
Vi teu peito
Todo tremulo.
Vi tua face tristonha
Vi tuas mãos
Secando as lágrimas
Vi que estavas fingindo...
Vi que tu querias
Sumir nesta imensidão...
Sem destino
E sem rumo.
Ou será que queres
Voar como pássaro
Solitário? Descansar
Em outro ninho
E lá longe bem... Distante...
Derramar todo o teu pranto
E um canto solitário
Sair num grito tão alto!
E naquele ninho morrer...
Junto de ti só um anjo
Enxugando a tua face
E te embalando no colo...
Terezinha C Werson
15/2/2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O tempo é tão curto.
O tempo é tão curto.
O tempo é muito curto
Passa como vento
Você nem vê
Que pena!
Passamos a maior parte do tempo
Preocupando-nos
Com coisas inúteis
Enquanto isso ele passa
Deixamos que a vida vá embora
Com o tempo...
Sem perceber que tudo
Passa com o vento
Infância, juventude,
Enfim, chegamos ao fim
E o tempo curto acabou...
E nada restou.
Terezinha C Werson
19/1/2011
O tempo é muito curto
Passa como vento
Você nem vê
Que pena!
Passamos a maior parte do tempo
Preocupando-nos
Com coisas inúteis
Enquanto isso ele passa
Deixamos que a vida vá embora
Com o tempo...
Sem perceber que tudo
Passa com o vento
Infância, juventude,
Enfim, chegamos ao fim
E o tempo curto acabou...
E nada restou.
Terezinha C Werson
19/1/2011
QUASE MADRUGADA.
QUASE MADRUGADA.
É quase madrugada
Não sinto sono
Enquanto isso vou fazendo
Alguns rabiscos.
Vou até o quatro
A janela escancarei
Para ficar mais perto do céu.
Que pena! O céu está cinzento
No meio, uma lua amarela
Quase apagada
Sem brilho e sem beleza.
Tão tristonha sem estrelas
E sem o azul
Coitada! Apenas a escuridão.
O sono chega... Adormeço...
Sonho... Nos meus sonhos
Vejo a lua prateada
As estrelas e o azul
Fiquei pertinho do céu
Mais amanheceu,
Despertei e o meu sonho acabou..
.
Terezinha C Werson
19/1/2011
É quase madrugada
Não sinto sono
Enquanto isso vou fazendo
Alguns rabiscos.
Vou até o quatro
A janela escancarei
Para ficar mais perto do céu.
Que pena! O céu está cinzento
No meio, uma lua amarela
Quase apagada
Sem brilho e sem beleza.
Tão tristonha sem estrelas
E sem o azul
Coitada! Apenas a escuridão.
O sono chega... Adormeço...
Sonho... Nos meus sonhos
Vejo a lua prateada
As estrelas e o azul
Fiquei pertinho do céu
Mais amanheceu,
Despertei e o meu sonho acabou..
.
Terezinha C Werson
19/1/2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Um pedido pequenino
Um pedido pequenino
Senhor, neste novo amanhecer
Eu quero a paz de um regato.
Da brisa do amanhecer
Do vôo do pássaro no infinito
Do bailado leve da palmeira
Do correr da criança na areia
Da espuma do mar nas madrugadas
Do azul da serra ao entardecer
Da tua voz suave sussurrando
Da tua mão me segurando...
Senhor, eu quero paz...
Terezinha C Werson
26/12/2010
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
ÀS VEZES SOU ÁGUIA.
ÀS VEZES SOU ÁGUIA.
Quando a tempestade chega
Crio asas...
Transformo-me em águia
Fujo para as montanhas
Lá procuro abrigo.
Quando eu me afastar
E ninguém me encontrar
Já sabe eu sou uma águia
Que no topo da montanha
Achei abrigo seguro,
Descanso e muita paz
Estou pertinho do céu
Vai ser difícil me encontrar.
Tentarei renovar
O meu espírito
Quero ver esse milagre
Lá deixarei as vestes velhas
Retornarei renovada
E vestes brancas terei...
Terezinha C Werson
8/1/2011
Quando a tempestade chega
Crio asas...
Transformo-me em águia
Fujo para as montanhas
Lá procuro abrigo.
Quando eu me afastar
E ninguém me encontrar
Já sabe eu sou uma águia
Que no topo da montanha
Achei abrigo seguro,
Descanso e muita paz
Estou pertinho do céu
Vai ser difícil me encontrar.
Tentarei renovar
O meu espírito
Quero ver esse milagre
Lá deixarei as vestes velhas
Retornarei renovada
E vestes brancas terei...
Terezinha C Werson
8/1/2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Piso nas folhas secas.
Piso nas folhas secas.
Pelo campo vou caminhando...
Piso nas folhas secas,
Piso bem... De mansinho...
Para as folhas não machucar
Vou seguindo pensativa
Tão triste que dói o peito
Penso em DEUS...
Com ele eu vou falando
Tentando acabar a dor
Que esta aqui no peito
A causa nem sei dizer
Não sei se a beleza
Deste campo
Tão belo! Mas tão solitário...
Ou quem sabe esse crepúsculo
Que está se despedindo...
Sobre as folhas
Ajoelho-me
Eu a solidão e o meu DEUS.
Terezinha C Werson
7/1/2011
Pelo campo vou caminhando...
Piso nas folhas secas,
Piso bem... De mansinho...
Para as folhas não machucar
Vou seguindo pensativa
Tão triste que dói o peito
Penso em DEUS...
Com ele eu vou falando
Tentando acabar a dor
Que esta aqui no peito
A causa nem sei dizer
Não sei se a beleza
Deste campo
Tão belo! Mas tão solitário...
Ou quem sabe esse crepúsculo
Que está se despedindo...
Sobre as folhas
Ajoelho-me
Eu a solidão e o meu DEUS.
Terezinha C Werson
7/1/2011
domingo, 26 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Eu te conheço...
Eu te conheço...
Conheço a beleza da tua alma
Pela musica que ouves
Pela sensibilidade das palavras
Pelas flores que escolhes.
Eu te conheço...
Pelo amor que dedicas ao teu próximo
Pela pureza dos teus poemas
Pelo amor que tens pela natureza
Pelo carinho que tratas
A criança e o ancião.
Eu te conheço...
Pelo os teus sonhos
Pela tua esperança.
.
Eu te conheço...
Pela a tua sinceridade
Pela pureza do teu olhar
Pelo teu cuidado ao falar
Pelo teu silencio...
Eu te conheço...
Pela tua fé
Pelo amor que tens a DEUS...
Pelos caminhos que tu andas.
Eu te conheço...
Pelas tuas orações.
Terezinha C Werson
21/12/2010
Conheço a beleza da tua alma
Pela musica que ouves
Pela sensibilidade das palavras
Pelas flores que escolhes.
Eu te conheço...
Pelo amor que dedicas ao teu próximo
Pela pureza dos teus poemas
Pelo amor que tens pela natureza
Pelo carinho que tratas
A criança e o ancião.
Eu te conheço...
Pelo os teus sonhos
Pela tua esperança.
.
Eu te conheço...
Pela a tua sinceridade
Pela pureza do teu olhar
Pelo teu cuidado ao falar
Pelo teu silencio...
Eu te conheço...
Pela tua fé
Pelo amor que tens a DEUS...
Pelos caminhos que tu andas.
Eu te conheço...
Pelas tuas orações.
Terezinha C Werson
21/12/2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Fumaça da chaminé
Fumaça da chaminé
Fogão a lenha
Brasa vermelha
Panela de barro.
Um doce de goiaba,
Banana, e de caju.
Cheiro bom se espalhando pela casa
Fumaça saindo da chaminé
Gente conversando
Até o anoitecer.
As gargalhadas bem... altas!
Das histórias do passado
Nem sei se eram inventadas.
Uma viola tocando
Um som alegre
Mas de muita nostalgia
Café, bolo de fubá,
Tapioca macaxeira,
Mesa grande arrumada
Toalha toda rendada,
Branquinha como algodão
Bancos largos aconchegantes.
É hora de servir,
Vem minha gente se assentem
Depois de se alimentar
A prosa vai recomeçar.
O cheiro da flor de laranjeira
Cravo canela e alecrim,
Aqui tristeza não entra
Só a lua e as estrelas
O sussurro do vento
E o morador dessa casa
Que tem por nome JESUS.
TEREZINHA C WERSON
13/12/2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Criança feliz
Criança feliz
Fui criança feliz
Porem tímida.
Corria sozinha pelos campos
Pequeninas flores eu colhia
Na chuva eu corria
Ate encharcar a alma.
No meu entardecer solitário
Olhava as estrelas enfeitando o azul
Esperava a lua aparecer entre as nuvens.
Os vaga-lumes apareciam
Junto com eles eu voava
Com eles eu falava
Nas folhas verdes eles se escondiam
E assim eu era uma criança feliz
E os vaga-lumes já não existem
Voaram e eu fiquei...
TEREZINHA C WERSON
2/12/2010
Fui criança feliz
Porem tímida.
Corria sozinha pelos campos
Pequeninas flores eu colhia
Na chuva eu corria
Ate encharcar a alma.
No meu entardecer solitário
Olhava as estrelas enfeitando o azul
Esperava a lua aparecer entre as nuvens.
Os vaga-lumes apareciam
Junto com eles eu voava
Com eles eu falava
Nas folhas verdes eles se escondiam
E assim eu era uma criança feliz
E os vaga-lumes já não existem
Voaram e eu fiquei...
TEREZINHA C WERSON
2/12/2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
BOAS NOVAS.
Boas novas
Quero que esta noite acabe
Quero uma madrugada de esperanças...
Um amanhecer vitorioso
Um dia cheio de graças
Quero só paz...
Que tudo se transforme
Quero DEUS no comando
Que tudo mude
Que as minhas ansiedades
Passem como o vento.
Que desça uma nuvem de bênçãos
Sobre a cabeça
De toda a minha família
Que essa noite termine
Que ao acordar
Um amanhecer radiante
Entre na minha casa.
Que o ESPIRITO SANTO
Sopre sobre a minha família
Para que reine alegria.
Terezinha C Werson
18/12/2010
Quero que esta noite acabe
Quero uma madrugada de esperanças...
Um amanhecer vitorioso
Um dia cheio de graças
Quero só paz...
Que tudo se transforme
Quero DEUS no comando
Que tudo mude
Que as minhas ansiedades
Passem como o vento.
Que desça uma nuvem de bênçãos
Sobre a cabeça
De toda a minha família
Que essa noite termine
Que ao acordar
Um amanhecer radiante
Entre na minha casa.
Que o ESPIRITO SANTO
Sopre sobre a minha família
Para que reine alegria.
Terezinha C Werson
18/12/2010
O TEU NATAL,O MEU NATAL
O teu natal, o meu natal.
Que o teu natal,
Que o meu natal,
Seja de transformação ESPIRITUAL.
Que você e eu sejamos alimentados
Com o pão da palavra de Deus.
Que da nossa fonte jorre bênçãos
Que os nossos corações
Sejam puros.
Que a nossa alma seja branca como a neve
Que dos nossos lábios
Fluam palavras de amor.
Que a nossa mesa tenha a provisão
Para ajudar ao nosso irmão.
Que uma luz nos guie até JESUS
Que sejamos mais pacientes
Mais humanos.
Que brote de cada um de nós
Uma manjedoura de humildade
Que o nosso natal seja eterno
Que cada luz seja PAZ...
TEREZINHA C WERSON
16/12/2010
Que o teu natal,
Que o meu natal,
Seja de transformação ESPIRITUAL.
Que você e eu sejamos alimentados
Com o pão da palavra de Deus.
Que da nossa fonte jorre bênçãos
Que os nossos corações
Sejam puros.
Que a nossa alma seja branca como a neve
Que dos nossos lábios
Fluam palavras de amor.
Que a nossa mesa tenha a provisão
Para ajudar ao nosso irmão.
Que uma luz nos guie até JESUS
Que sejamos mais pacientes
Mais humanos.
Que brote de cada um de nós
Uma manjedoura de humildade
Que o nosso natal seja eterno
Que cada luz seja PAZ...
TEREZINHA C WERSON
16/12/2010
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Quem sou eu
- RETALHOS DE POESIAS
- Sao Paulo, Capital, Brazil
- Gosto de escrever poesias prefiro escrever do que falar gosto de ler,nao tenho autor preferido, o importante é que seja um bom livro. escrever é uma maneira de mostrar o que nos vai na alma.
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